Pois sim, hoje estou mais íntima desse Blog.Posso começar a contar a minha história muito sofrida, mas que hoje é lotada de Glamour.
Nasci em copacabana, ali no posto 9. Onde na década de 60 havia uma aglomeração de pessoas que defendiam o amor livre, eu não era uma dessas pessoinhas; ah que coisa mais brega! Sempre fui muito chique, naquela época eu podia não ter glamour, mas já tinha pensamentos elevados sobre a humanidade.
Um dia daqueles, estava passeando com meu cachorro vira-lata diga-se de passagem (mas hoje eu tenho um poodle cor de rosa), quando fui confundida, por um cidadão que vestia fardas e que me encaminhou até a delegacia. Até explicar que formiga não é elefante demorou, demorou, demorou......fiquei um dia inteiro numa gaiola humana completa de baderneiros....essa parte é melhor eu não comentar.
Pulando essa parte e seguindo, para melhor dia da minha vida que foi quando eu conheci meu marido Abelardo Pascolatto. Foi numas dessas festas de nome, da alta classe, que hoje me incluo. Uma amiga hoje já falecida, me convidou. Assim que eu entrei com os meus lindos pésinhos, Abelardo já veio me cumprimentar, beijou a minha mão e eu me encantei, ele era um dos homens mais ricos da festa, começamos a namorar e nos casamos logo em seguida e meu nome deixou de ser Santuza Salles para ser Santuza Pascolatto. E claro apresentei a minha irmã até então Constância Salles, para um amigo de Abelardo, o Inácio Lambertini.Que igual a mim possui uma nova família e um novo nome Constância Lambertini.Eu e Constância temos uma Ong de pessoas sem dignidade, nós ajudamos muitas pessoas.
Em off:
-Mãee, é melhor a senhora tirar aquela parte de" vida sofrida"
-É verdade Santuza é melhor, hoje nós somos ricas, possuimos uma Ong.
-Então por isso mesmo Constância, temos que mostrar que um dia nós eramos sem dignidade, para ajudar as pessoas, é política! Entenderam Pascottinho e Constâcia?
-Ah sim! POLÍTICA!
-É Política!
quinta-feira, 19 de junho de 2008
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